Curtas

Curtas-metragens por eixos de exibição

 

CONTRAGOLPES (26 de agosto às 16h30)

 

VIDAS CINZAS (Híbrido, RJ, 2017, 15′), de Leonardo Martinelli

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Um falso documentário sobre a atual crise social, política e econômica no Brasil, onde o governo corta as cores do Rio de Janeiro, deixando a cidade em preto e branco.

 

MANDACURA (Experimental, PE, 2017, 10’20”), de Bia Rodrigues

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O fim está próximo. O começo também. Um pedaço de uma era, de uma história, de uma única história? Nós. E uma mão que rege o mundo. Mandacura é uma corruptela de mão da cura; como uma palavra afro indígena brasileira. Vinda da poesia e música de Alberto Marques, “Mão”, essa transcrição em vídeo tem, nas sensações e imagens pixelizadas, sentimentos em relação à sociedade, história, cultura, futuro. Como precisamos dos nossos Deuses? O que eles estão tentando nos dizer?

 

ARARA: UM FILME SOBRE UM FILME SOBREVIVENTE (Documentário, MG, 2017, 13’29”), de Lipe Camêdo

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Em 2012, Rodrigo Piquet, do Museu do Índio, mostra a Marcelo Zelic, do grupo Tortura Nunca Mais, um filme que encontrara, chamado Arara. O título não se referia ao animal, nem ao povo conhecido por esse nome. Zelic o aponta como importante registro probatório sobre o ensino de tortura durante a ditadura militar. Eram imagens da formatura da Guarda Rural Indígena, em Belo Horizonte, produzidas pelo indigenista Jesco Von Puttkamer em 1970.

 

CORAÇÃO DO MAR (Ficcção, PE, 2018, 19’50”), de Rafael Nascimento

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Cercado pela violência da região metropolitana de São Paulo, onde no Brasil a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado, Cadu, filho de Teresa, aos 10 anos, sonha conhecer o mar.

 

INFANTIL (24 de agosto às 14h)

 

MANHÊ! (Ficção, SP, 2018,11′), de Camila Amaral Xavier

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O dia dos pais pode ser cansativo quando você é mãe solo. Todas as responsabilidades e cobranças dobram. Daniela, mãe de Arthur, tem de trabalhar, levar o filho à escola, atender aos desejos de uma criança de seis anos e estar atenta aos sentimentos de Arthur, que nesse momento só quer um dragão marinho. Ou seria um canguru?

 

AS BORDADEIRAS DO JARDIM (Animação, SP, 2017, 02’59”), de Julia Vellutini

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Enquanto esperam por um ônibus no sertão, três bordadeiras brincam com seus poderes mágicos.

 

FIO DE PRATA (Animação, SP, 2018, 2’51”), de Ana Carolina Presta, Maria Clara Servan e Verônica Sabrina

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É apenas mais uma noite chuvosa, quando Samuel entra no quarto de seu filho para lhe desejar boa noite. Porém, percebe que algo está errado ao encontrar a criança terrivelmente assustada.

 

PRÓXIMA (Ficção, SP, 2017, 15′), de Luiza Campos

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Aos doze anos, Carol percebe que o mundo ao seu redor está muito parecido: suas tias e primas, as amigas da escola, as mulheres nas lojas, as cantoras da internet, todas estão com o cabelo liso. Menos ela.

 

FAZENDA ROSA (Animação, PE, 2017, 9′), de Chia Beloto

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Erasto Vasconcelos, o poeta da percepção da vida, de como ela é tão bem usada neste nosso planeta, faz eco da pernambucanidade do que nos rodeia, dos bichos do dia e da noite, dos peixes do rio, dos pássaros, dos bichos do mangue, das árvores e suas frutas, do que se planta para comer, das personagens que nos cantam e das cantigas de roda.

 

NÃO ANDAMOS SOZINHAS (25 de agosto às 19h30)

 

CASCA DE BAOBÁ (Ficção, RJ, 2017, 12′), de Mariana Luiza

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Maria, uma jovem negra nascida em um quilombo no interior do estado, é cotista na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua mãe, Francisca, leva a vida cortando cana nas proximidades do quilombo. As duas trocam mensagens para matar a saudade e refletir sobre o fim de uma era econômica-social.

 

ROMANA (Documentário, TO, 2017, 24’36”), de Helen Lopes

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O filme abre espaço para que Dona Romana, líder religiosa amplamente conhecida no Tocantins e no Brasil, nos conte sua história e mostre um pouco do seu mundo, fisicamente assentado na zona rural da cidade de Natividade, município mais antigo do estado do Tocantins e com história intimamente ligada à escravidão e às populações afrodescendentes. Sua casa é um templo único, provido de fantásticos, belos e enigmáticos desenhos e outros artefatos; obras de arte que falam de sua crença, visão de mundo e expressam sua relação com o transcendente. De seu quintal emergem grandiosas esculturas que ligam o mundo terreno a outros planos e dimensões, e falam de sua religiosidade, da natureza do planeta Terra e do futuro da humanidade.

 

ELEGUÁ (Ficção, RJ, 2017, 25′), de Yuri Costa

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Mariana é uma jovem se recuperando de uma séria crise de depressão. Ela só quer ser feliz, mas ainda precisa encontrar seu caminho.

 

TRAVESSIA (Documentário, RJ, 2016, 5′), de Safira Moreira

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Utilizando uma linguagem poética, Travessia parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras e assume uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização da representação do negro.

 

BELAS ARTES (Ficção, RJ, 2018, 10′), de Giulia Maria Reis

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Luana é uma jovem artista plástica que está no processo de concepção de um quadro, porém se vê num entrave criativo que acarreta em novas formas de ver seus processos.

 

(RE)CONSTRUÇÕES

 

MAJUR (Documentário, MT, 2018, 20′), de Rafael Irineu

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Conheça Majur, chefe de comunicação de uma aldeia no interior de Mato Grosso. O documentário mostra um recorte de um ano de sua vida.

 

MAINO’I – OPY PYAU ITAKUPE (Documentário, SP, 2017, 18’35”), de Caio Tupã Mirim e Thiago Carvalho Wera’i

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Opy é a Casa de Reza presente em toda aldeia Guarani Mbya. É o local mais sagrado dentro de uma Tekoa. É onde o povo Mbya canta, dança, se reúne, reza e se fortalece. Maino’i – Opy Pyau Itakupe apresenta a construção da primeira Opy da aldeia Tekoa Itakupe e sua importância.

 

FANTASIA DE ÍNDIO (Documentário, PE, 2017, 18′), de Manuela Andrade

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Desde criança, ouvia minha mãe falar da minha ascendência indígena. Há duas décadas meu tio materno foi ao encontro dos xukurus à procura de rastros desse passado, resolvi dar continuidade a essa busca.

 

 

PASSAGENS (26 de agosto às 19h00)

 

MÃE, EU SOU REAL? (Documentário, PE, 2018, 11′), de Clarissa Azevedo

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A razão da minha existência, a maior felicidade da minha vida, a metade que faltava para me completar: o meu filme era ele!

 

NINA (Ficção, PE, 2016, 17′), de Alice Gouveia

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Nina, submersa numa banheira, busca, ao longo da vida, um encontro consigo. Lá fora, homens passam por um corredor chamando sua atenção.

 

O VESTIDO DE MYRIAM (Ficção, RJ, 2017,15′), de Lucas H. Rossi

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Numa casa pacata, um casal de idosos segue a vida em silêncio.

 

 

PLURAIS (24 de agosto às 19h)

 

QUANTO CRAUDE NO MEU SOVACO (Experimental, PE, 2017, 4′), de Duda Menezes e Fefa Lins

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Todo mundo tem algo pra falar sobre o meu sovaco. Que craude!

 

FRAGMENTOS (Ficção, RJ, 2017, 6’18”), de Karen Antunes, Nyandra Fernandes e Viviane Laprovita

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Reconstruir e reinventar. Quando corpos gordos [se] amam.

 

INVASÃO DRAG (Documentário, RJ, 2018,13′), de Rafael Ribeiro

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Retratando o surgimento de uma nova geração de Drag queens oriundas de diversas classes sociais pautadas no impacto das novas tecnologias em suas vivências e que buscam cada vez mais visibilidade na sociedade, Invasão Drag pretende dar voz a uma cultura sempre deixada ao largo das representações políticas, sociais, econômicas.

 

CHRISTIANE (Híbrido, PE, 2016, 6’24”), de Chico Ludermir

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Christiane é um filme sobre vida, seus processos de recriação e ficcionalização de si. Ela, mulher trans de Recife, após ler sua história de vida, narrada em livro, se reconta, revive e se reconstrói.  

 

TRANSVIVO (Documentário, ES, 2017, 20′), de Tati Franklin

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Transvivo é um documentário que acompanha as vivências de Izah e Murilo enquanto passam pelo processo de transição de gênero.

 

 

VOZES PRA DIZER O QUE SE CALA (26 de agosto às 20h15)

 

MAYRA ESTÁ BEM (Documentário, PE, 2017, 8′), de Juliana Lima

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Através de narrativas, o vídeo documentário Mayra está bem, sobre a solidão da mulher negra, apresenta experiências de mulheres que resolveram militar pela sua independência e contra o cruel cotidiano social imposto pelo racismo e pelas discriminações, mas que têm em comum o fato de não ter parceiros afetivos fixos. São depoimentos carregados de sentimentos causados pela exclusão e pelo preconceito.

 

DO CORPO DA TERRA (Documentário, RJ, 2017, 24′), de Julia Mariano

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“Do corpo da terra” retrata como quatro mulheres do coletivo de saúde do MST mudaram suas vidas na relação com a terra e com seus corpos.

 

NANÃ (Ficção, PE, 2017, 25′), de Rafael Amorim

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Em um complexo portuário e industrial, a população enfrenta o processo de gentrificação do território. A resistência é a terra.

 

ENTREMARÉS (Documentário, PE, 2018, 19′), de Anna Andrade

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No chão de lama, mulheres compartilham os seus vínculos e vivências com a maré, a pesca, e a Ilha de Deus.

 

 

SESSÃO SEXTA À TARDE (24 de agosto às 15h30)

 

SUSTENTO (Documentário, PE, 2016, 1′), de Sylara Silvério

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Sustento é um rio de água rasa. Nele, se pesca da rua a casa, do que se é ao que se vê. É a correnteza que se vence a força, é a sutileza que se renova a cada maré.

 

MULHERES DE FOGO (Documentário, PE, 2017, 12min’), de Vinicius Meireles

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O assentamento Chico Mendes III está localizado a 7 km do Recife nos municípios de São Lourenço da Mata e Paudalho, às margens da BR 408. São 55 famílias que lá habitam provenientes dos conflitos que ocorreram no período de acampamento entre 2004 e 2008, nas áreas antigamente pertencentes ao Engenho São João. O MST auxiliou e orientou a ocupação, assim como a UFRPE norteando a transição agroecológica. As dificuldades são muitas, desde cultivar produtos orgânicos, como a falta de chuva em um solo castigado, porém estas mulheres de fogo exemplificam as lideranças femininas existentes no assentamento e suportam, com bravura, a solidão, com fé e com a certeza de que o seu retorno à terra não é em vão, rendendo frutos para uma posteridade sustentável.

 

 

SESSÃO DOMINGO À TARDE (26 de agosto às 13h30)

 

CALEIDOSCÓPIO (Ficção, CE, 2017, 18′), de Natal Portela

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Vinicius não quer voltar a morar na cidade.

 

SESSÃO ESPECIAL KATIA MESEL (25 de agosto às 18h00)

 

RECIFE DE DENTRO PRA FORA (Documentário, PE, 1997, 15′), de Katia Mesel

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O filme de Katia é poético até em seu título, uma homenagem a João Cabral de Mello Neto, através do poema Cão sem Plumas. O curta aborda a vida do rio Capibaribe e a visão de dentro dele, todo realizado a partir de um barco no rio, mostrando o percurso que vai do Porto do Recife até o bairro da Várzea, sob um ângulo até então desconhecido, contribuindo com a luta da preservação da natureza.

 

SULANCA (Documentário, PE, 1986, 40′), de Katia Mesel

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A revolução econômica das mulheres de Santa Cruz do Capibaribe foi documentado por Katia, que mostra, através da costura, colaboração e força de vontade, como estas guerreiras conseguiram mudar o panorama social e econômico de toda uma região. Desde as colchas de retalho costuradas a mão, à reprodução de modelagens e a comercialização dos produtos, as mulheres de lá teceram uma nova realidade.

SESSÃO ESPECIAL CASE DE VITÓRIA, COM O CARTAS AO MUNDÃO (ação fechada para o público, 14 de agosto às 13h)

 

OS INSÊNICOS (Documentário, BA, 2017,15′), de Rafaela Uchoa

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Dos manicômios aos palcos da vida, Os Insênicos reinventam a loucura através da arte. Formado por dezesseis atores portadores de transtornos psíquicos, o grupo de teatro já tem seis anos de existência e está na sua quarta montagem. Helisleide é uma das atrizes do grupo que teve sua vida totalmente transformada pelo teatro;  através da história dela, o espectador conhecerá Os Insênicos.

 

CORAÇÃO DO MAR (Ficção, PE, 2018, 19’50”), de Rafael Nascimento

Anteriormente citado

MAYRA ESTÁ BEM (Documentário, PE, 2017, 8′), de Juliana Lima

Anteriormente citado

 

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